Blog do Corpo de Bombeiros Voluntários da cidade do Capão do Leão, RS. Atua na prevenção a acidentes e combate ao fogo, primeiros socorros, resgate de pessoas e animais, bens moveis e imoveis, preservação à vida e ao meio ambiente, em conjunto com o Nucleo de Defesa Civil do Bairro Jardim América, Capão do Leão.
desfile de7 de setembro
sábado, 29 de outubro de 2011
Dia do funcionário público
O atendimento nos serviços públicos é um direito da população
No dia 28 de outubro comemora-se o dia do funcionário público. A data foi instituída no governo do presidente Getúlio Vargas, através da criação do Conselho Federal do Serviço Público Civil, em 1937.
Em 1938 foi fundado o Departamento Administrativo do Serviço Público do Brasil, onde esse tipo de serviço passou a ser mais utilizado.
As leis que regem os direitos e deveres dos funcionários que prestam serviços públicos estão no decreto nº 1.713, de 28 de outubro de 1939, motivo pelo qual é o dia da comemoração desse profissional.
Em 11 de dezembro de 1990, foi publicado o novo Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais, a Lei nº8112, alterando várias disposições da antiga lei, porém os direitos e deveres desses servidores estão definidos e estabelecidos na Constituição Federal do Brasil, além dos estatutos das entidades em que trabalham.
Os serviços públicos estão divididos em classes hierárquicas, de acordo com os órgãos dos governos, que podem ser municipais, estaduais ou federais. Os serviços prestados podem ser de várias áreas de atuação, como da justiça, saúde, segurança, etc.
Para ser servidor público é preciso participar de concursos e ser aprovado no mesmo, garantindo assim a vaga enquanto profissional. O bom desse tipo de trabalho é que o servidor tem estabilidade, não pode ser dispensado de suas funções. Somente em casos extremos, em que se comprove a falta de idoneidade de um funcionário público, é que o mesmo é afastado de seu cargo.
Os salários dos funcionários públicos são pagos pelos cofres públicos, dependendo da localidade. Se for municipal, são pagos pelas prefeituras; se estadual, pelos governos estaduais; e se federal, pagos pelos cofres da União.
Os servidores públicos devem ser prestativos e educados, pois trabalham para atender a população civil de uma localidade. É comum vermos pessoas reclamarem dos serviços públicos, da falta de recursos dos mesmos, falta de profissionais para prestar os devidos atendimentos ou até mesmo por estes serem mal educados e ríspidos com a população. É bom enfatizar que esses profissionais lidam com o que é público, ou seja, aquilo que é de todas as pessoas. Portanto, ganham para prestar serviços a toda comunidade.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
24 de Outubro/ revolução 1930
Revolução de 1930
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Por favor, melhore este artigo introduzindo notas de rodapé citando as fontes, inserindo-as no corpo do texto quando necessário.
Getúlio Vargas e sua comitiva em Itararé-SP.
Conflitos na História do Brasil
Período Republicano
República Velha
Revolta da Armada: 1893-1894Ver: Anexo:Bibliografia sobre Getúlio Vargas
Fausto, Boris: A Revolução de 1930: historiografia e história, São Paulo, Brasiliense, 1972
Fausto, Boris: História do Brasil, São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 1995
Cândido, Antônio: A Revolução de 1930 e a cultura, São Paulo, Cebrap, 1984
Cândido, Antônio: O Significado de Raízes do Brasil, São Paulo, Companhia das Letras, 1995
Buarque de Holanda, Sérgio: Raízes do Brasil, São Paulo, Companhia das Letras, 1995
Murakami, Ana Maria Brandão. A Revolução de 1930 e seus antecedentes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
Magalhães, Juracy. Gueiros, José Alberto. O Último Tenente. São Paulo: Editora Record, 1996.
[editar]Ligações externas
Revolução Federalista: 1893-1895
Guerra de Canudos: 1893-1897
Revolta da Vacina: 1904
Revolta da Chibata: 1910
Guerra do Contestado: 1912-1916
Sedição de Juazeiro: 1914
Greves Operárias: 1917-1919
Revolta dos Dezoito do Forte: 1922
Revolução Libertadora: 1923
Revolução de 1930: 1930
Era Vargas
Revolução Constitucionalista: 1932
Intentona Comunista: 1935
Levante Integralista: 1938
Regime Militar
Guerrilha do Caparaó: 1967
Guerrilha do Araguaia: 1967-1974
A Revolução de 1930 foi o movimento armado, liderado pelos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, que culminou com o golpe de Estado, o Golpe de 1930, que depôs o presidente da república Washington Luís em 24 de outubro de 1930, impediu a posse do presidente eleito Júlio Prestes e pôs fim à República Velha.
Em 1929, lideranças de São Paulo romperam a aliança com os mineiros, conhecida como política do café-com-leite, e indicaram o paulista Júlio Prestes como candidato à presidência da República. Em reação, o Presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada apoiou a candidatura oposicionista do gaúcho Getúlio Vargas.
Em 1 de março de 1930, foram realizadas as eleições para presidente da República que deram a vitória ao candidato governista, que era o presidente do estado de São Paulo, Júlio Prestes. Porém, ele não tomou posse, em virtude do golpe de estado desencadeado a 3 de outubro de 1930, e foi exilado.
Getúlio Vargas assumiu a chefia do "Governo Provisório" em 3 de novembro de 1930, data que marca o fim da República Velha.
Índice [esconder]
1 Contexto histórico
2 A revolução
2.1 O problema da sucessão presidencial
2.2 As eleições e a revolução
3 Uma república nova
4 Consequências
5 Legado político e social
5.1 A nova política do Brasil
5.2 A nova economia do Brasil
5.3 "Trabalhadores do Brasil"
6 Referências
7 Ver também
8 Bibliografia
9 Ligações externas
[editar]Contexto histórico
A crise da República Velha havia se prolongado ao longo da década de 1920. Os expoentes políticos da República Velha vinham perdendo força com a mobilização do trabalhador industrial, com as Revoltas nazifascistas e as dissidências políticas que enfraqueceram as grandes oligarquias. Esses acontecimentos ameaçavam a estabilidade da tradicional aliança rural entre os estados de São Paulo e Minas Gerais - a política do café com leite.
Em 1926, surge a quarta e última dissidência no Partido Republicano Paulista (PRP), e os dissidentes liderados pelo Dr. José Adriano de Marrey Junior fundaram o Partido Democrático (PD), que defendia um programa de educação superior entre outras reformas e a derruba do PRP do poder. Esta crise política em São Paulo originou-se em uma crise da maçonaria paulista presidida pelo Dr. José Adriano de Marrey Júnior. São Paulo, então, chegou dividido às eleições de 1930.
Entretanto, o maior sinal do desgaste republicano era a superprodução de café, durante a crise de 1929, alimentada pelo governo com constantes “valorizações”.
Assim em 1930, São Paulo estava dividido, e o Rio Grande do Sul que estivera em guerra civil em 1923, agora estava unido, com o presidente do Rio Grande do Sul, Dr. Getúlio Vargas tendo feito o PRR e o Partido Libertador se unirem.
Em Juiz de Fora, o Partido Republicano Mineiro (PRM) passa para a oposição, forma a Aliança Liberal com os segmentos progressistas de outros estados e lança o gaúcho Getúlio Vargas para a presidência, tendo o paraibano João Pessoa como candidato a vice-presidente. Minas Gerais estava dividida, não conseguindo impor um nome mineiro de consenso para a presidência da república. Parte do PRM apoiou a candidatura Getúlio Vargas mas a "Concentração Conservadora" liderada pelo vice-presidente da república Fernando de Melo Viana e pelo ministro da Justiça Augusto Viana do Castelo apoiam a candidatura oficial do Dr. Júlio Prestes para as eleições presidenciais de 1 de março de 1930.
[editar]A revolução
História do Brasil
Era pré-cabralina (antes de 1500)[Expandir]
Colônia (1500–1822)[Expandir]
Império (1822–1889)[Expandir]
República (1889–atual)[Expandir]
Constituições[Expandir]
Listagens[Expandir]
Temáticas[Expandir]
Eleições
Regionais
Generalidades
[editar]O problema da sucessão presidencial
Na República Velha (1889-1930), vigorava no Brasil a chamada "política do café com leite", em que políticos apoiados por São Paulo e de Minas Gerais se alternavam na presidência da república (mas não eram necessariamente Paulistas ou Mineiros os seus indicados). Porém, no começo de 1929, Washington Luís indicou o nome do Presidente de São Paulo, Júlio Prestes, como seu sucessor, no que foi apoiado por presidentes de 17 estados. Apenas três estados negaram o apoio a Prestes: Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba. Os políticos de Minas Gerais esperavam que Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, o então governador do estado, fosse o indicado, por Washington Luís, para ser o candidato à presidência.
Assim a política do café com leite chegou ao fim e iniciou-se a articulação de uma frente oposicionista ao intento do presidente e dos 17 estados de eleger Júlio Prestes. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba uniram-se a políticos de oposição de diversos estados, inclusive do Partido Democrático de São Paulo, para se oporem à candidatura de Júlio Prestes, formando, em agosto de 1929, a Aliança Liberal.
Em 20 de setembro do mesmo ano, foram lançados os candidatos da Aliança Liberal às eleições presidenciais: Getúlio Vargas como candidato a presidente e João Pessoa, (presidente da Paraíba e sobrinho de Epitácio Pessoa), como candidato a vice-presidente. Apoiaram a Aliança Liberal, intelectuais como José Américo de Almeida e Lindolfo Collor, membros das camadas médias urbanas e a corrente político-militar chamada "Tenentismo" (que organizou, entre outras, a Revolta Paulista de 1924), na qual se destacavam Cordeiro de Farias, Eduardo Gomes, Siqueira Campos, João Alberto Lins de Barros, Juarez Távora e Miguel Costa e Juraci Magalhães e três futuros presidentes da república (Geisel, Médici e Castelo Branco).
Nesse momento, setembro de 1929, já era percebido, em São Paulo, que a Aliança Liberal, e uma eventual revolução, visava especificamente São Paulo. Tendo o senador estadual de São Paulo, Cândido Nanzianzeno Nogueira da Mota denunciado na tribuna do Senado do Congresso Legislativo do Estado de São Paulo, em 24 de setembro de 1929, que:
A guerra anunciada pela chamada Aliança Liberal não é contra o sr. Júlio Prestes, É contra nosso Estado de São Paulo, e isso não é de hoje. A imperecível inveja contra o nosso deslumbrante progresso que deveria ser motivo de orgulho para todo o Brasil. Em vez de nos agradecerem e apertarem em fraternos amplexos, nos cobrem de injúrias e nos ameaçam com ponta de lanças e patas de cavalo!
— Cândido Mota
A Crise de 1929 foi uma das causas da Revolução de 30.
Cândido Mota citou ainda o senador fluminense Irineu Machado que previra a reação de São Paulo:
A reação contra a candidatura do Dr. Júlio Prestes representa não um gesto contra o presidente do estado, mas uma reação contra São Paulo, que se levantará porque isto significa um gesto de legítima defesa de seus próprios interesses"!
— Irineu Machado
Essa resposta paulista à revolução de 1930 veio um ano e meio depois, com a Revolução de 1932.
O presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada diz em discurso, ainda em 1929:
Façamos a revolução pelo voto antes que o povo a faça pela violência
— Antônio Carlos Ribeiro de Andrada[1]
Esta frase foi vista como a expressão do instinto de sobrevivência de um político experiente e um presságio: Minas Gerais, se aliando ao Rio Grande do Sul e aos tenentes, consegue preservar sua oligarquia. Uma revolução que fosse feita só pelos tenentes teria derrubado também o PRM (Partido Republicano Mineiro) do poder em Minas Gerais e o PRR do poder no Rio Grande do Sul.
[editar]As eleições e a revolução
As eleições foram realizadas no dia 1º de março de 1930 e deram a vitória a Júlio Prestes, que obteve 1.091.709 votos, contra apenas 742.794 dados a Getúlio. Notoriamente, Getúlio teve quase 100% dos votos no Rio Grande do Sul.
A Aliança Liberal recusou-se a aceitar a validade das eleições, alegando que a vitória de Júlio Prestes era decorrente de fraude. Além disso, deputados eleitos em estados onde a Aliança Liberal conseguiu a vitória, não obtiveram o reconhecimento dos seus mandatos. A partir daí, iniciou-se uma conspiração, com base no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais.
Getúlio Vargas no Palácio do Catete em 31 de outubro de 1930, no dia que chegou ao Rio de Janeiro, após vitoriosa a Revolução de 1930.
A conspiração sofreu um revés em junho com o brado comunista de Luís Carlos Prestes. Um ex-membro do movimento tenentista, Prestes tornou-se adepto das ideias de Karl Marx e apoiador do comunismo. Isso o levou, depois de um tempo, a tentativa frustrada da intentona comunista pela ANL.
Logo em seguida, ocorre outro contratempo à conspiração: morre, em acidente aéreo, o tenente Siqueira Campos.
No dia 26 de julho de 1930, João Pessoa foi assassinado por João Dantas em Recife, por questões políticas e de ordem pessoal, servindo como estopim para a mobilização armada. João Dantas e seu cunhado e cúmplice, Moreira Caldas, foram encontrados degolados em sua cela em outubro de 1930.
As acusações de fraude e a degola arbitrária de deputados mineiros e de toda a bancada da Paraíba da Aliança Liberal, o descontentamento popular devido à crise econômica causada pela grande depressão de 1929, o assassinato de João Pessoa e o rompimento da política do café com leite foram os principais fatores, (ou pretextos na versão dos partidários de Júlio Prestes), que criaram um clima favorável a uma revolução.
Missa celebrada em Jequié, Bahia, no dia 15 de novembro de 1930, por motivo da vitória da Revolução.
Getúlio tentou várias vezes a conciliação com o governo de Washington Luís e só se decidiu pela revolução quando já se aproximava a posse de Júlio Prestes que se daria em 15 de novembro.
A revolução de 1930 iniciou-se, finalmente, no Rio Grande do Sul em 3 de outubro, às 17 horas e 25 minutos. Osvaldo Aranha telegrafou a Juarez Távora comunicando início da Revolução. Ela rapidamente se alastrou por todo o país. Oito governos estaduais no Nordeste foram depostos pelos tenentes.
No dia 10, Getúlio Vargas lançou o manifesto O Rio Grande de pé pelo Brasil e partiu, por ferrovia, rumo ao Rio de Janeiro, capital nacional à época.
Esperava-se que ocorresse uma grande batalha em Itararé (na divisa com o Paraná), onde as tropas do governo federal estavam acampadas para deter o avanço das forças revolucionárias, lideradas militarmente pelo coronel Góis Monteiro. Entretanto, em 12 e 13 de outubro ocorreu o Combate de Quatiguá, que pode ter sido o maior combate desta Revolução, mesmo tendo sido muito pouco estudado. Quatiguá localiza-se a direita de Jaguariaíva, próxima a divisa entre São Paulo e Paraná. A batalha não ocorreu em Itararé, já que os generais Tasso Fragoso e Mena Barreto e o Almirante Isaías de Noronha depuseram Washington Luís, em 24 de outubro e formaram uma junta de governo.
Jornais que apoiavam o governo deposto foram empastelados; Júlio Prestes, Washington Luís e vários outros próceres da República Velha foram exilados.
Washington Luís havia apostado na divisão dos mineiros não acreditando em nenhum momento que Minas Gerais faria uma revolução, não se prevenindo, nem tomando medidas antirrevolucionárias, sendo derrubado em poucos dias de combate.
[editar]Uma república nova
Às 3 horas da tarde de 3 de novembro de 1930, a junta militar passou o poder, no Palácio do Catete, a Getúlio Vargas, encerrando a chamada República Velha, derrubando todas as oligarquias estaduais exceto a mineira e a gaúcha.
Na mesma hora, no centro do Rio de Janeiro, os soldados gaúchos cumpriam a promessa de amarrar os cavalos no obelisco da Avenida Rio Branco, marcando simbolicamente o triunfo da Revolução de 1930.
Getúlio tornou-se chefe do Governo Provisório com amplos poderes. A constituição de 1891 foi revogada e Getúlio passou a governar por decretos. Getúlio nomeou interventores para todos os Governos Estaduais, com exceção de Minas Gerais. Esses interventores eram na maioria tenentes que participaram da Revolução de 1930.
Por sua vez, o presidente eleito e não empossado Júlio Prestes criticou duramente a Revolução de 1930 quando, em 1931, exilado em Portugal, afirmou:
O que não compreendem é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado!
— Júlio Prestes
Uma dos maiores erros da revolução de 1930 foi entregar os estados à administração de tenentes inexperientes, um dos motivos da revolução de 1932. O despreparo dos tenentes para governar foi denunciado, logo no início de 1932, por um dos principais tenentes, o tenente João Cabanas, que havia participado da revolução de 1924, e que usou como exemplo o tenente João Alberto Lins de Barros que governou São Paulo. João Cabanas, em fevereiro de 1932, no seu livro "Fariseus da Revolução", criticou especialmente o descalabro que foram as administrações dos tenentes nos estados, chamando a atenção para a grave situação paulista pouco antes de eclodir a Revolução de 1932:
João Alberto serve como exemplo: Se, como militar, merece respeito, como homem público não faz juz ao menor elogio. Colocado, por inexplicáveis manobras e por circunstâncias ainda não esclarecidas, na chefia do mais importante estado do Brasil, revelou-se de uma extraordinária, de uma admirável incompetência, criando, em um só ano de governo, um dos mais trágicos confusionismos de que há memória na vida política do Brasil, dando também origem a um grave impasse econômico (déficit de 100.000 contos), e a mais profunda impopularidade contra a "Revolução de Outubro".. e ter provocado no povo paulista, um estado de alma equívoco e perigoso. Nossa história não registra outro período de fracasso tão completo como o do "Tenentismo inexperiente"!
— João Cabanas
[editar]Consequências
Os efeitos da Revolução demoram a aparecer. A nova Constituição só é aprovada em 1934, chamada Constituição de 1934, depois de forte pressão social, como a Revolução Constitucionalista de 1932. Mas a estrutura do Estado brasileiro modifica-se profundamente depois de 1930, tornando-se mais ajustada às necessidades econômicas e sociais do país.
Getúlio não gostou desta constituição, e, três anos e meio depois, decreta uma nova constituição, a Constituição de 1937.
E assim se posicionou em relação a Constituição de 1934, no 10º aniversário da revolução de 1930, em discurso de 11 de novembro de 1940:
Uma constitucionalização apressada, fora de tempo, apresentada como panaceia de todos os males, traduziu-se numa organização política feita ao sabor de influências pessoais e partidarismo faccioso, divorciada das realidades existentes. Repetia os erros da Constituição de 1891 e agravava-os com dispositivos de pura invenção jurídica, alguns retrógrados e outros acenando a ideologias exóticas. Os acontecimentos incumbiram-se de atestar-lhe a precoce inadaptação!
— Getúlio Vargas
[2]
A partir da constituição de 1937, o regime centralizador, por vezes autoritário do getulismo, ou Era Vargas, estimula a expansão das atividades urbanas e desloca o eixo produtivo da agricultura para a indústria, estabelecendo as bases da moderna economia brasileira.
O balanço da revolução de 1930 e de seus 15 anos de governo, por Getúlio, foi feito, no Dia do Trabalho de 1945, em um discurso feito no Rio de Janeiro, no qual disse:
A qualquer observador de bom senso não escapa a evidência do progresso que alcançamos no curto prazo de 15 anos. Éramos, antes de 1930, um país fraco, dividido, ameaçado na sua unidade, retardado cultural e economicamente, e somos hoje uma nação forte e respeitada, desfrutando de crédito e tratada de igual para igual no concerto das potências mundiais!
— Getúlio Vargas
[editar]Legado político e social
[editar]A nova política do Brasil
Três ex-ministros de Getúlio Vargas chegaram à Presidência da República: Eurico Dutra, João Goulart e Tancredo Neves. Este último não chegou a assumir o cargo, pois, na véspera da posse, sentiu fortes dores abdominais sequenciais durante uma cerimônia religiosa no Santuário Dom Bosco diagnosticada como uma "diverticulite", que o levou à morte em 21 de abril de 1985, em São Paulo.
Três tenentes de 1930 chegaram à Presidência da República: Castelo Branco, Médici e Geisel.
O ex-tenente Juarez Távora foi o segundo colocado nas eleições presidenciais de 1955, e o ex-tenente Eduardo Gomes, o segundo colocado, em 1945 e 1950. Ambos foram candidatos pela UDN, o que mostra também a influência dos ex-tenentes na UDN, partido que tinha ainda, entre seus líderes, o ex-tenente Juraci Magalhães, que quase foi candidato em 1960.
Os partidos fundados por Getúlio Vargas, PSD (partido dos ex-interventores no Estado Novo e intervencionista na economia) e o antigo PTB, dominaram a cena política de 1946 até 1964.
PSD, UDN e PTB, os maiores partidos políticos daquele período, eram liderados por mineiros (PSD e UDN) e por gaúchos (o PTB).
Apesar de quinze anos (1930-1945) não serem um período longo em se tratando de carreira política, poucos políticos da República Velha conseguiram retomar suas carreiras políticas depois da queda de Getúlio em 1945. A renovação do quadro político foi quase total, tanto de pessoas quanto da maneira de se fazer política.
Sobre a queda da qualidade da representação política após 1930, Gilberto Amado em seu livro "Presença na Política", explica:
Na República Velha, as eleições eram falsas, mas a representação era verdadeira… As eleições não prestavam, mas os deputados e senadores eram os melhores que podíamos ter!
— Gilberto Amado
[3]
Especialmente o balanço de 1930 feito pelos paulistas[quem?] é sombrio: Reclamam eles[quem?] que, após Júlio Prestes em 1930, nenhum cidadão nascido em São Paulo foi eleito ou ocupou a Presidência, exceto, e por alguns dias apenas, Ranieri Mazzilli, o Dr. Ulisses Guimarães e Michel Temer. Os paulistas[quem?] reclamam também que apenas em 1979 chegou a presidência alguém comprometido com os ideais da revolução de 1932: João Figueiredo, filho do general Euclides Figueiredo, comandante da revolução constitucionalista de 1932 e que fora exilado na Argentina entre 1932 e 1934. João Figueiredo fez a abertura política do regime militar.
Getúlio foi o primeiro a fazer no Brasil propaganda pessoal em larga escala - o chamado culto da personalidade - típica do fascismo e do stalinismo e ancestral do marketing político moderno.
A aliança elite-proletariado, criada por Getúlio, tornou-se típica no Brasil, como a Aliança PTB-PSD apoiada pelo clandestino PCB na fase de 1946-1964, e atualmente com a aliança PT-PP-PMDB-PL[carece de fontes].
O estilo conciliador de Getúlio foi incorporado à maneira de fazer política dos brasileiros, e teve seu maior adepto no ex-ministro da Justiça de Getúlio, Tancredo Neves.
O maior momento desse estilo conciliador foi a grande aliança política que se formou visando as diretas-já e, em seguida, uma aliança maior ainda em torno de Tancredo, visando a transição do Regime Militar para a democracia, em 1984-1985[carece de fontes].
[editar]A nova economia do Brasil
A política trabalhista é alvo de polêmicas até hoje e foi taxada de "paternalista" por intelectuais de esquerda. Esses intelectuais acusavam Getúlio de tentar anular a influência desta esquerda sobre o proletariado, desejando transformar a classe operária num setor sob seu controle, nos moldes da Carta do Trabalho do fascista italiano Benito Mussolini.
Os defensores de Getúlio Vargas contra-argumentam, dizendo que em nenhum outro momento da história do Brasil houve avanços comparáveis nos direitos dos trabalhadores. O expoentes máximos dessa posição foram João Goulart e Leonel Brizola. Brizola foi considerado, por muitos[quem?], o último herdeiro político do "Getulismo", ou da "Era Vargas", na linguagem dos brasilianistas.
A crítica de direita, ou liberal, argumenta que, no longo prazo, estas leis trabalhistas prejudicam os trabalhadores porque aumentam o chamado custo Brasil, onerando muito as empresas e gerando a inflação, que corrói o valor real dos salários.
Segundo esta versão, o custo Brasil faz com que as empresas brasileiras contratem menos trabalhadores, aumentem a informalidade e faz que as empresas estrangeiras se tornem receosas de investir no Brasil. Assim, segundo a crítica liberal, as leis trabalhistas gerariam, além da inflação, mais desemprego e subemprego entre os trabalhadores.
Os liberais afirmam também que intervencionismo estatal na economia iniciado por Getúlio só cresceu com o passar dos anos, atingindo seu máximo no governo do ex-tenente de 1930 Ernesto Geisel. Somente a partir do Governo de Fernando Collor se começou a fazer o desmonte do Estado intervencionista. Durante sessenta anos, após 1930, todos os ministros da área econômica do governo federal foram favoráveis a intervenção do Estado na economia, exceto Eugênio Gudin por sete meses em 1954, e a dupla Roberto Campos - Octávio Bulhões, por menos de três anos (1964 -1967).
[editar]"Trabalhadores do Brasil"
Era com esta frase que Getúlio iniciava seus discursos. Na visão dos apoiadores de Getúlio, ele não ficou só no discurso. A orientação trabalhista de seu governo, que em seu ápice instituiu a CLT e o salário mínimo, marca, para os getulistas, um tempo das mudanças sociais célebres, onde os trabalhadores pareciam estar no centro do cenário político nacional, aplicando o populismo.
Infelizmente os trabalhadores rurais não foram beneficiados com igualdade pela CLT, tudo por força das oligarquias que existiam e pressionavam o governo.
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Referências
↑ CARMO CHAGAS, Política Arte de Minas, Editora Carthago & Forte, São Paulo, (1994)
↑ VARGAS, Getúlio, A nova política do Brasil, Volume 8, José Olympio Editora, 1940,
↑ AMADO, Gilberto, Presença na Política, Livraria José Olympio Editora, 1960.
[editar]Ver também
Revolução de 1932
[editar]Bibliografia
Ver: Anexo:Bibliografia sobre Getúlio Vargas
Fausto, Boris: A Revolução de 1930: historiografia e história, São Paulo, Brasiliense, 1972
Fausto, Boris: História do Brasil, São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 1995
Cândido, Antônio: A Revolução de 1930 e a cultura, São Paulo, Cebrap, 1984
Cândido, Antônio: O Significado de Raízes do Brasil, São Paulo, Companhia das Letras, 1995
Buarque de Holanda, Sérgio: Raízes do Brasil, São Paulo, Companhia das Letras, 1995
Murakami, Ana Maria Brandão. A Revolução de 1930 e seus antecedentes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
Magalhães, Juracy. Gueiros, José Alberto. O Último Tenente. São Paulo: Editora Record, 1996.
[editar]Ligações externas
Site da FGV - Anos 20: Revolução de 1930
Mundo Educação - Revolução de 1930
Categorias: Revoltas no BrasilEra Vargas1930 no BrasilGolpes de Estado
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Getúlio Vargas e sua comitiva em Itararé-SP.
Conflitos na História do Brasil
Período Republicano
República Velha
Revolta da Armada: 1893-1894Ver: Anexo:Bibliografia sobre Getúlio Vargas
Fausto, Boris: A Revolução de 1930: historiografia e história, São Paulo, Brasiliense, 1972
Fausto, Boris: História do Brasil, São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 1995
Cândido, Antônio: A Revolução de 1930 e a cultura, São Paulo, Cebrap, 1984
Cândido, Antônio: O Significado de Raízes do Brasil, São Paulo, Companhia das Letras, 1995
Buarque de Holanda, Sérgio: Raízes do Brasil, São Paulo, Companhia das Letras, 1995
Murakami, Ana Maria Brandão. A Revolução de 1930 e seus antecedentes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
Magalhães, Juracy. Gueiros, José Alberto. O Último Tenente. São Paulo: Editora Record, 1996.
[editar]Ligações externas
Revolução Federalista: 1893-1895
Guerra de Canudos: 1893-1897
Revolta da Vacina: 1904
Revolta da Chibata: 1910
Guerra do Contestado: 1912-1916
Sedição de Juazeiro: 1914
Greves Operárias: 1917-1919
Revolta dos Dezoito do Forte: 1922
Revolução Libertadora: 1923
Revolução de 1930: 1930
Era Vargas
Revolução Constitucionalista: 1932
Intentona Comunista: 1935
Levante Integralista: 1938
Regime Militar
Guerrilha do Caparaó: 1967
Guerrilha do Araguaia: 1967-1974
A Revolução de 1930 foi o movimento armado, liderado pelos estados de Minas Gerais, Paraíba e Rio Grande do Sul, que culminou com o golpe de Estado, o Golpe de 1930, que depôs o presidente da república Washington Luís em 24 de outubro de 1930, impediu a posse do presidente eleito Júlio Prestes e pôs fim à República Velha.
Em 1929, lideranças de São Paulo romperam a aliança com os mineiros, conhecida como política do café-com-leite, e indicaram o paulista Júlio Prestes como candidato à presidência da República. Em reação, o Presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada apoiou a candidatura oposicionista do gaúcho Getúlio Vargas.
Em 1 de março de 1930, foram realizadas as eleições para presidente da República que deram a vitória ao candidato governista, que era o presidente do estado de São Paulo, Júlio Prestes. Porém, ele não tomou posse, em virtude do golpe de estado desencadeado a 3 de outubro de 1930, e foi exilado.
Getúlio Vargas assumiu a chefia do "Governo Provisório" em 3 de novembro de 1930, data que marca o fim da República Velha.
Índice [esconder]
1 Contexto histórico
2 A revolução
2.1 O problema da sucessão presidencial
2.2 As eleições e a revolução
3 Uma república nova
4 Consequências
5 Legado político e social
5.1 A nova política do Brasil
5.2 A nova economia do Brasil
5.3 "Trabalhadores do Brasil"
6 Referências
7 Ver também
8 Bibliografia
9 Ligações externas
[editar]Contexto histórico
A crise da República Velha havia se prolongado ao longo da década de 1920. Os expoentes políticos da República Velha vinham perdendo força com a mobilização do trabalhador industrial, com as Revoltas nazifascistas e as dissidências políticas que enfraqueceram as grandes oligarquias. Esses acontecimentos ameaçavam a estabilidade da tradicional aliança rural entre os estados de São Paulo e Minas Gerais - a política do café com leite.
Em 1926, surge a quarta e última dissidência no Partido Republicano Paulista (PRP), e os dissidentes liderados pelo Dr. José Adriano de Marrey Junior fundaram o Partido Democrático (PD), que defendia um programa de educação superior entre outras reformas e a derruba do PRP do poder. Esta crise política em São Paulo originou-se em uma crise da maçonaria paulista presidida pelo Dr. José Adriano de Marrey Júnior. São Paulo, então, chegou dividido às eleições de 1930.
Entretanto, o maior sinal do desgaste republicano era a superprodução de café, durante a crise de 1929, alimentada pelo governo com constantes “valorizações”.
Assim em 1930, São Paulo estava dividido, e o Rio Grande do Sul que estivera em guerra civil em 1923, agora estava unido, com o presidente do Rio Grande do Sul, Dr. Getúlio Vargas tendo feito o PRR e o Partido Libertador se unirem.
Em Juiz de Fora, o Partido Republicano Mineiro (PRM) passa para a oposição, forma a Aliança Liberal com os segmentos progressistas de outros estados e lança o gaúcho Getúlio Vargas para a presidência, tendo o paraibano João Pessoa como candidato a vice-presidente. Minas Gerais estava dividida, não conseguindo impor um nome mineiro de consenso para a presidência da república. Parte do PRM apoiou a candidatura Getúlio Vargas mas a "Concentração Conservadora" liderada pelo vice-presidente da república Fernando de Melo Viana e pelo ministro da Justiça Augusto Viana do Castelo apoiam a candidatura oficial do Dr. Júlio Prestes para as eleições presidenciais de 1 de março de 1930.
[editar]A revolução
História do Brasil
Era pré-cabralina (antes de 1500)[Expandir]
Colônia (1500–1822)[Expandir]
Império (1822–1889)[Expandir]
República (1889–atual)[Expandir]
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Eleições
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Generalidades
[editar]O problema da sucessão presidencial
Na República Velha (1889-1930), vigorava no Brasil a chamada "política do café com leite", em que políticos apoiados por São Paulo e de Minas Gerais se alternavam na presidência da república (mas não eram necessariamente Paulistas ou Mineiros os seus indicados). Porém, no começo de 1929, Washington Luís indicou o nome do Presidente de São Paulo, Júlio Prestes, como seu sucessor, no que foi apoiado por presidentes de 17 estados. Apenas três estados negaram o apoio a Prestes: Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba. Os políticos de Minas Gerais esperavam que Antônio Carlos Ribeiro de Andrada, o então governador do estado, fosse o indicado, por Washington Luís, para ser o candidato à presidência.
Assim a política do café com leite chegou ao fim e iniciou-se a articulação de uma frente oposicionista ao intento do presidente e dos 17 estados de eleger Júlio Prestes. Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraíba uniram-se a políticos de oposição de diversos estados, inclusive do Partido Democrático de São Paulo, para se oporem à candidatura de Júlio Prestes, formando, em agosto de 1929, a Aliança Liberal.
Em 20 de setembro do mesmo ano, foram lançados os candidatos da Aliança Liberal às eleições presidenciais: Getúlio Vargas como candidato a presidente e João Pessoa, (presidente da Paraíba e sobrinho de Epitácio Pessoa), como candidato a vice-presidente. Apoiaram a Aliança Liberal, intelectuais como José Américo de Almeida e Lindolfo Collor, membros das camadas médias urbanas e a corrente político-militar chamada "Tenentismo" (que organizou, entre outras, a Revolta Paulista de 1924), na qual se destacavam Cordeiro de Farias, Eduardo Gomes, Siqueira Campos, João Alberto Lins de Barros, Juarez Távora e Miguel Costa e Juraci Magalhães e três futuros presidentes da república (Geisel, Médici e Castelo Branco).
Nesse momento, setembro de 1929, já era percebido, em São Paulo, que a Aliança Liberal, e uma eventual revolução, visava especificamente São Paulo. Tendo o senador estadual de São Paulo, Cândido Nanzianzeno Nogueira da Mota denunciado na tribuna do Senado do Congresso Legislativo do Estado de São Paulo, em 24 de setembro de 1929, que:
A guerra anunciada pela chamada Aliança Liberal não é contra o sr. Júlio Prestes, É contra nosso Estado de São Paulo, e isso não é de hoje. A imperecível inveja contra o nosso deslumbrante progresso que deveria ser motivo de orgulho para todo o Brasil. Em vez de nos agradecerem e apertarem em fraternos amplexos, nos cobrem de injúrias e nos ameaçam com ponta de lanças e patas de cavalo!
— Cândido Mota
A Crise de 1929 foi uma das causas da Revolução de 30.
Cândido Mota citou ainda o senador fluminense Irineu Machado que previra a reação de São Paulo:
A reação contra a candidatura do Dr. Júlio Prestes representa não um gesto contra o presidente do estado, mas uma reação contra São Paulo, que se levantará porque isto significa um gesto de legítima defesa de seus próprios interesses"!
— Irineu Machado
Essa resposta paulista à revolução de 1930 veio um ano e meio depois, com a Revolução de 1932.
O presidente de Minas Gerais, Antônio Carlos Ribeiro de Andrada diz em discurso, ainda em 1929:
Façamos a revolução pelo voto antes que o povo a faça pela violência
— Antônio Carlos Ribeiro de Andrada[1]
Esta frase foi vista como a expressão do instinto de sobrevivência de um político experiente e um presságio: Minas Gerais, se aliando ao Rio Grande do Sul e aos tenentes, consegue preservar sua oligarquia. Uma revolução que fosse feita só pelos tenentes teria derrubado também o PRM (Partido Republicano Mineiro) do poder em Minas Gerais e o PRR do poder no Rio Grande do Sul.
[editar]As eleições e a revolução
As eleições foram realizadas no dia 1º de março de 1930 e deram a vitória a Júlio Prestes, que obteve 1.091.709 votos, contra apenas 742.794 dados a Getúlio. Notoriamente, Getúlio teve quase 100% dos votos no Rio Grande do Sul.
A Aliança Liberal recusou-se a aceitar a validade das eleições, alegando que a vitória de Júlio Prestes era decorrente de fraude. Além disso, deputados eleitos em estados onde a Aliança Liberal conseguiu a vitória, não obtiveram o reconhecimento dos seus mandatos. A partir daí, iniciou-se uma conspiração, com base no Rio Grande do Sul e em Minas Gerais.
Getúlio Vargas no Palácio do Catete em 31 de outubro de 1930, no dia que chegou ao Rio de Janeiro, após vitoriosa a Revolução de 1930.
A conspiração sofreu um revés em junho com o brado comunista de Luís Carlos Prestes. Um ex-membro do movimento tenentista, Prestes tornou-se adepto das ideias de Karl Marx e apoiador do comunismo. Isso o levou, depois de um tempo, a tentativa frustrada da intentona comunista pela ANL.
Logo em seguida, ocorre outro contratempo à conspiração: morre, em acidente aéreo, o tenente Siqueira Campos.
No dia 26 de julho de 1930, João Pessoa foi assassinado por João Dantas em Recife, por questões políticas e de ordem pessoal, servindo como estopim para a mobilização armada. João Dantas e seu cunhado e cúmplice, Moreira Caldas, foram encontrados degolados em sua cela em outubro de 1930.
As acusações de fraude e a degola arbitrária de deputados mineiros e de toda a bancada da Paraíba da Aliança Liberal, o descontentamento popular devido à crise econômica causada pela grande depressão de 1929, o assassinato de João Pessoa e o rompimento da política do café com leite foram os principais fatores, (ou pretextos na versão dos partidários de Júlio Prestes), que criaram um clima favorável a uma revolução.
Missa celebrada em Jequié, Bahia, no dia 15 de novembro de 1930, por motivo da vitória da Revolução.
Getúlio tentou várias vezes a conciliação com o governo de Washington Luís e só se decidiu pela revolução quando já se aproximava a posse de Júlio Prestes que se daria em 15 de novembro.
A revolução de 1930 iniciou-se, finalmente, no Rio Grande do Sul em 3 de outubro, às 17 horas e 25 minutos. Osvaldo Aranha telegrafou a Juarez Távora comunicando início da Revolução. Ela rapidamente se alastrou por todo o país. Oito governos estaduais no Nordeste foram depostos pelos tenentes.
No dia 10, Getúlio Vargas lançou o manifesto O Rio Grande de pé pelo Brasil e partiu, por ferrovia, rumo ao Rio de Janeiro, capital nacional à época.
Esperava-se que ocorresse uma grande batalha em Itararé (na divisa com o Paraná), onde as tropas do governo federal estavam acampadas para deter o avanço das forças revolucionárias, lideradas militarmente pelo coronel Góis Monteiro. Entretanto, em 12 e 13 de outubro ocorreu o Combate de Quatiguá, que pode ter sido o maior combate desta Revolução, mesmo tendo sido muito pouco estudado. Quatiguá localiza-se a direita de Jaguariaíva, próxima a divisa entre São Paulo e Paraná. A batalha não ocorreu em Itararé, já que os generais Tasso Fragoso e Mena Barreto e o Almirante Isaías de Noronha depuseram Washington Luís, em 24 de outubro e formaram uma junta de governo.
Jornais que apoiavam o governo deposto foram empastelados; Júlio Prestes, Washington Luís e vários outros próceres da República Velha foram exilados.
Washington Luís havia apostado na divisão dos mineiros não acreditando em nenhum momento que Minas Gerais faria uma revolução, não se prevenindo, nem tomando medidas antirrevolucionárias, sendo derrubado em poucos dias de combate.
[editar]Uma república nova
Às 3 horas da tarde de 3 de novembro de 1930, a junta militar passou o poder, no Palácio do Catete, a Getúlio Vargas, encerrando a chamada República Velha, derrubando todas as oligarquias estaduais exceto a mineira e a gaúcha.
Na mesma hora, no centro do Rio de Janeiro, os soldados gaúchos cumpriam a promessa de amarrar os cavalos no obelisco da Avenida Rio Branco, marcando simbolicamente o triunfo da Revolução de 1930.
Getúlio tornou-se chefe do Governo Provisório com amplos poderes. A constituição de 1891 foi revogada e Getúlio passou a governar por decretos. Getúlio nomeou interventores para todos os Governos Estaduais, com exceção de Minas Gerais. Esses interventores eram na maioria tenentes que participaram da Revolução de 1930.
Por sua vez, o presidente eleito e não empossado Júlio Prestes criticou duramente a Revolução de 1930 quando, em 1931, exilado em Portugal, afirmou:
O que não compreendem é que uma nação, como o Brasil, após mais de um século de vida constitucional e liberalismo, retrogradasse para uma ditadura sem freios e sem limites como essa que nos degrada e enxovalha perante o mundo civilizado!
— Júlio Prestes
Uma dos maiores erros da revolução de 1930 foi entregar os estados à administração de tenentes inexperientes, um dos motivos da revolução de 1932. O despreparo dos tenentes para governar foi denunciado, logo no início de 1932, por um dos principais tenentes, o tenente João Cabanas, que havia participado da revolução de 1924, e que usou como exemplo o tenente João Alberto Lins de Barros que governou São Paulo. João Cabanas, em fevereiro de 1932, no seu livro "Fariseus da Revolução", criticou especialmente o descalabro que foram as administrações dos tenentes nos estados, chamando a atenção para a grave situação paulista pouco antes de eclodir a Revolução de 1932:
João Alberto serve como exemplo: Se, como militar, merece respeito, como homem público não faz juz ao menor elogio. Colocado, por inexplicáveis manobras e por circunstâncias ainda não esclarecidas, na chefia do mais importante estado do Brasil, revelou-se de uma extraordinária, de uma admirável incompetência, criando, em um só ano de governo, um dos mais trágicos confusionismos de que há memória na vida política do Brasil, dando também origem a um grave impasse econômico (déficit de 100.000 contos), e a mais profunda impopularidade contra a "Revolução de Outubro".. e ter provocado no povo paulista, um estado de alma equívoco e perigoso. Nossa história não registra outro período de fracasso tão completo como o do "Tenentismo inexperiente"!
— João Cabanas
[editar]Consequências
Os efeitos da Revolução demoram a aparecer. A nova Constituição só é aprovada em 1934, chamada Constituição de 1934, depois de forte pressão social, como a Revolução Constitucionalista de 1932. Mas a estrutura do Estado brasileiro modifica-se profundamente depois de 1930, tornando-se mais ajustada às necessidades econômicas e sociais do país.
Getúlio não gostou desta constituição, e, três anos e meio depois, decreta uma nova constituição, a Constituição de 1937.
E assim se posicionou em relação a Constituição de 1934, no 10º aniversário da revolução de 1930, em discurso de 11 de novembro de 1940:
Uma constitucionalização apressada, fora de tempo, apresentada como panaceia de todos os males, traduziu-se numa organização política feita ao sabor de influências pessoais e partidarismo faccioso, divorciada das realidades existentes. Repetia os erros da Constituição de 1891 e agravava-os com dispositivos de pura invenção jurídica, alguns retrógrados e outros acenando a ideologias exóticas. Os acontecimentos incumbiram-se de atestar-lhe a precoce inadaptação!
— Getúlio Vargas
[2]
A partir da constituição de 1937, o regime centralizador, por vezes autoritário do getulismo, ou Era Vargas, estimula a expansão das atividades urbanas e desloca o eixo produtivo da agricultura para a indústria, estabelecendo as bases da moderna economia brasileira.
O balanço da revolução de 1930 e de seus 15 anos de governo, por Getúlio, foi feito, no Dia do Trabalho de 1945, em um discurso feito no Rio de Janeiro, no qual disse:
A qualquer observador de bom senso não escapa a evidência do progresso que alcançamos no curto prazo de 15 anos. Éramos, antes de 1930, um país fraco, dividido, ameaçado na sua unidade, retardado cultural e economicamente, e somos hoje uma nação forte e respeitada, desfrutando de crédito e tratada de igual para igual no concerto das potências mundiais!
— Getúlio Vargas
[editar]Legado político e social
[editar]A nova política do Brasil
Três ex-ministros de Getúlio Vargas chegaram à Presidência da República: Eurico Dutra, João Goulart e Tancredo Neves. Este último não chegou a assumir o cargo, pois, na véspera da posse, sentiu fortes dores abdominais sequenciais durante uma cerimônia religiosa no Santuário Dom Bosco diagnosticada como uma "diverticulite", que o levou à morte em 21 de abril de 1985, em São Paulo.
Três tenentes de 1930 chegaram à Presidência da República: Castelo Branco, Médici e Geisel.
O ex-tenente Juarez Távora foi o segundo colocado nas eleições presidenciais de 1955, e o ex-tenente Eduardo Gomes, o segundo colocado, em 1945 e 1950. Ambos foram candidatos pela UDN, o que mostra também a influência dos ex-tenentes na UDN, partido que tinha ainda, entre seus líderes, o ex-tenente Juraci Magalhães, que quase foi candidato em 1960.
Os partidos fundados por Getúlio Vargas, PSD (partido dos ex-interventores no Estado Novo e intervencionista na economia) e o antigo PTB, dominaram a cena política de 1946 até 1964.
PSD, UDN e PTB, os maiores partidos políticos daquele período, eram liderados por mineiros (PSD e UDN) e por gaúchos (o PTB).
Apesar de quinze anos (1930-1945) não serem um período longo em se tratando de carreira política, poucos políticos da República Velha conseguiram retomar suas carreiras políticas depois da queda de Getúlio em 1945. A renovação do quadro político foi quase total, tanto de pessoas quanto da maneira de se fazer política.
Sobre a queda da qualidade da representação política após 1930, Gilberto Amado em seu livro "Presença na Política", explica:
Na República Velha, as eleições eram falsas, mas a representação era verdadeira… As eleições não prestavam, mas os deputados e senadores eram os melhores que podíamos ter!
— Gilberto Amado
[3]
Especialmente o balanço de 1930 feito pelos paulistas[quem?] é sombrio: Reclamam eles[quem?] que, após Júlio Prestes em 1930, nenhum cidadão nascido em São Paulo foi eleito ou ocupou a Presidência, exceto, e por alguns dias apenas, Ranieri Mazzilli, o Dr. Ulisses Guimarães e Michel Temer. Os paulistas[quem?] reclamam também que apenas em 1979 chegou a presidência alguém comprometido com os ideais da revolução de 1932: João Figueiredo, filho do general Euclides Figueiredo, comandante da revolução constitucionalista de 1932 e que fora exilado na Argentina entre 1932 e 1934. João Figueiredo fez a abertura política do regime militar.
Getúlio foi o primeiro a fazer no Brasil propaganda pessoal em larga escala - o chamado culto da personalidade - típica do fascismo e do stalinismo e ancestral do marketing político moderno.
A aliança elite-proletariado, criada por Getúlio, tornou-se típica no Brasil, como a Aliança PTB-PSD apoiada pelo clandestino PCB na fase de 1946-1964, e atualmente com a aliança PT-PP-PMDB-PL[carece de fontes].
O estilo conciliador de Getúlio foi incorporado à maneira de fazer política dos brasileiros, e teve seu maior adepto no ex-ministro da Justiça de Getúlio, Tancredo Neves.
O maior momento desse estilo conciliador foi a grande aliança política que se formou visando as diretas-já e, em seguida, uma aliança maior ainda em torno de Tancredo, visando a transição do Regime Militar para a democracia, em 1984-1985[carece de fontes].
[editar]A nova economia do Brasil
A política trabalhista é alvo de polêmicas até hoje e foi taxada de "paternalista" por intelectuais de esquerda. Esses intelectuais acusavam Getúlio de tentar anular a influência desta esquerda sobre o proletariado, desejando transformar a classe operária num setor sob seu controle, nos moldes da Carta do Trabalho do fascista italiano Benito Mussolini.
Os defensores de Getúlio Vargas contra-argumentam, dizendo que em nenhum outro momento da história do Brasil houve avanços comparáveis nos direitos dos trabalhadores. O expoentes máximos dessa posição foram João Goulart e Leonel Brizola. Brizola foi considerado, por muitos[quem?], o último herdeiro político do "Getulismo", ou da "Era Vargas", na linguagem dos brasilianistas.
A crítica de direita, ou liberal, argumenta que, no longo prazo, estas leis trabalhistas prejudicam os trabalhadores porque aumentam o chamado custo Brasil, onerando muito as empresas e gerando a inflação, que corrói o valor real dos salários.
Segundo esta versão, o custo Brasil faz com que as empresas brasileiras contratem menos trabalhadores, aumentem a informalidade e faz que as empresas estrangeiras se tornem receosas de investir no Brasil. Assim, segundo a crítica liberal, as leis trabalhistas gerariam, além da inflação, mais desemprego e subemprego entre os trabalhadores.
Os liberais afirmam também que intervencionismo estatal na economia iniciado por Getúlio só cresceu com o passar dos anos, atingindo seu máximo no governo do ex-tenente de 1930 Ernesto Geisel. Somente a partir do Governo de Fernando Collor se começou a fazer o desmonte do Estado intervencionista. Durante sessenta anos, após 1930, todos os ministros da área econômica do governo federal foram favoráveis a intervenção do Estado na economia, exceto Eugênio Gudin por sete meses em 1954, e a dupla Roberto Campos - Octávio Bulhões, por menos de três anos (1964 -1967).
[editar]"Trabalhadores do Brasil"
Era com esta frase que Getúlio iniciava seus discursos. Na visão dos apoiadores de Getúlio, ele não ficou só no discurso. A orientação trabalhista de seu governo, que em seu ápice instituiu a CLT e o salário mínimo, marca, para os getulistas, um tempo das mudanças sociais célebres, onde os trabalhadores pareciam estar no centro do cenário político nacional, aplicando o populismo.
Infelizmente os trabalhadores rurais não foram beneficiados com igualdade pela CLT, tudo por força das oligarquias que existiam e pressionavam o governo.
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Referências
↑ CARMO CHAGAS, Política Arte de Minas, Editora Carthago & Forte, São Paulo, (1994)
↑ VARGAS, Getúlio, A nova política do Brasil, Volume 8, José Olympio Editora, 1940,
↑ AMADO, Gilberto, Presença na Política, Livraria José Olympio Editora, 1960.
[editar]Ver também
Revolução de 1932
[editar]Bibliografia
Ver: Anexo:Bibliografia sobre Getúlio Vargas
Fausto, Boris: A Revolução de 1930: historiografia e história, São Paulo, Brasiliense, 1972
Fausto, Boris: História do Brasil, São Paulo, Editora da Universidade de São Paulo, 1995
Cândido, Antônio: A Revolução de 1930 e a cultura, São Paulo, Cebrap, 1984
Cândido, Antônio: O Significado de Raízes do Brasil, São Paulo, Companhia das Letras, 1995
Buarque de Holanda, Sérgio: Raízes do Brasil, São Paulo, Companhia das Letras, 1995
Murakami, Ana Maria Brandão. A Revolução de 1930 e seus antecedentes. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980.
Magalhães, Juracy. Gueiros, José Alberto. O Último Tenente. São Paulo: Editora Record, 1996.
[editar]Ligações externas
Site da FGV - Anos 20: Revolução de 1930
Mundo Educação - Revolução de 1930
Categorias: Revoltas no BrasilEra Vargas1930 no BrasilGolpes de Estado
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Dia Mundial da Osteoporose
20 de outubro -
Publicado: Quinta-feira, 20 de outubro de 2011 por Jéssica Ferrari
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4
Doença atinge cerca de 25% das mulheres na pós-menopausa.
divulgação
Dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), apontam que a doença afeta cerca de dez milhões de pessoas no Brasil
No Dia Mundial da Osteoporose, celebrada no dia 20 de outubro, especialistas da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) chamam a atenção para uma das doenças que mais afetam a população mundial. De acordo com pesquisas realizadas no Estado de São Paulo, a osteoporose atinge cerca de 25% das mulheres na pós-menopausa e por volta de 13% de homens idosos. Dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), apontam que a doença afeta cerca de dez milhões de pessoas no Brasil. Dados da IOF revelam que de cada três pacientes que sofreram fraturas no quadril, um tem o diagnostico de osteoporose e, deste número, um em cada cinco recebe algum tipo de tratamento.
Segundo os especialistas, além da idade avançada, outros fatores de risco são histórico familiar, dieta pobre em cálcio e vitamina D, fumo, álcool, vida sedentária e deficiência hormonal.
A médica endocrinologista Marise Lazaretti Castro, vice-presidente da SBEM, explica que a redução na ingestão de alimentos ricos em cálcio constatados dentre os jovens indica que o número de pacientes com osteoporose no futuro deve aumentar. Cálcio é um dos principais compomentes ósseo e que lhe confere a resistência. “Recomenda-se que um adulto receba cerca de 800 a 1000 mg de cálcio ao dia. As principais fontes de cálcio são os produtos lácteos, como leite, iogurte, queijos e ricota. Além destes, outros alimentos também ricos neste mineral, como a couve mineira, o brócolis, o feijão branco, o tofu, o gergelim e a sardinha. Em uma dieta sem produtos lácteos, em média, devemos conta r com apenas 250 mg de cálcio/dia. Cada copo de leite (250 ml) tem cerca de 300 mg de cálcio. Como a absorção intestinal de cálcio é dependente de vitamina D, é importante adequar também este nutriente, para otimizar o aproveitamento do cálcio proveniente da dieta”.
Dados recentes demonstram que a ingestão excessiva de cálcio (especialmente medicamentoso) esteve associado a maior risco de calcificações vasculares. “Deve-se afastar a ideia de que quanto mais, melhor. Agora estão chegando ao nosso mercado alimentos fortificados, que também devem ser levados em consideração no aporte final diário de cálcio, para evitar sobrecargas”, orienta Dra. Marise.
SBEM-SP
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - Regional São Paulo (SBEM-SP) congrega médicos endocrinologistas com o objetivo de estimular a geração de conhecimento dentro desta especialidade para oferecer aos seus associados oportunidades de aprimoramento técnico e científico. Consciente de sua responsabilidade social, a SBEM-SP oferece consultoria junto à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, para o desenvolvimento de estratégias de atendimento e na padronização de condutas em Endocrinologia, e divulga ao público orientações básicas sobre as principais doenças tratadas pelos endocrinologistas.
Tags: saúde, osteoporose, doenças
Publicado: Quinta-feira, 20 de outubro de 2011 por Jéssica Ferrari
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4
Doença atinge cerca de 25% das mulheres na pós-menopausa.
divulgação
Dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), apontam que a doença afeta cerca de dez milhões de pessoas no Brasil
No Dia Mundial da Osteoporose, celebrada no dia 20 de outubro, especialistas da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) chamam a atenção para uma das doenças que mais afetam a população mundial. De acordo com pesquisas realizadas no Estado de São Paulo, a osteoporose atinge cerca de 25% das mulheres na pós-menopausa e por volta de 13% de homens idosos. Dados da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF), apontam que a doença afeta cerca de dez milhões de pessoas no Brasil. Dados da IOF revelam que de cada três pacientes que sofreram fraturas no quadril, um tem o diagnostico de osteoporose e, deste número, um em cada cinco recebe algum tipo de tratamento.
Segundo os especialistas, além da idade avançada, outros fatores de risco são histórico familiar, dieta pobre em cálcio e vitamina D, fumo, álcool, vida sedentária e deficiência hormonal.
A médica endocrinologista Marise Lazaretti Castro, vice-presidente da SBEM, explica que a redução na ingestão de alimentos ricos em cálcio constatados dentre os jovens indica que o número de pacientes com osteoporose no futuro deve aumentar. Cálcio é um dos principais compomentes ósseo e que lhe confere a resistência. “Recomenda-se que um adulto receba cerca de 800 a 1000 mg de cálcio ao dia. As principais fontes de cálcio são os produtos lácteos, como leite, iogurte, queijos e ricota. Além destes, outros alimentos também ricos neste mineral, como a couve mineira, o brócolis, o feijão branco, o tofu, o gergelim e a sardinha. Em uma dieta sem produtos lácteos, em média, devemos conta r com apenas 250 mg de cálcio/dia. Cada copo de leite (250 ml) tem cerca de 300 mg de cálcio. Como a absorção intestinal de cálcio é dependente de vitamina D, é importante adequar também este nutriente, para otimizar o aproveitamento do cálcio proveniente da dieta”.
Dados recentes demonstram que a ingestão excessiva de cálcio (especialmente medicamentoso) esteve associado a maior risco de calcificações vasculares. “Deve-se afastar a ideia de que quanto mais, melhor. Agora estão chegando ao nosso mercado alimentos fortificados, que também devem ser levados em consideração no aporte final diário de cálcio, para evitar sobrecargas”, orienta Dra. Marise.
SBEM-SP
A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia - Regional São Paulo (SBEM-SP) congrega médicos endocrinologistas com o objetivo de estimular a geração de conhecimento dentro desta especialidade para oferecer aos seus associados oportunidades de aprimoramento técnico e científico. Consciente de sua responsabilidade social, a SBEM-SP oferece consultoria junto à Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, para o desenvolvimento de estratégias de atendimento e na padronização de condutas em Endocrinologia, e divulga ao público orientações básicas sobre as principais doenças tratadas pelos endocrinologistas.
Tags: saúde, osteoporose, doenças
FATOS HITORICOS
Ayrton Senna é tri na F-1
Em 20 de outubro de 1991, Ayrton Senna da Silva igualaria Nélson Piquet e seria mais um tri-campeão mundial de Fórmula-1. Novamente no circuito de Suzuka, no Japão, Ayrton Senna disputava o título da temporada com o inglês Nigel Mansell, da Williams, que na décima volta, abandonou a prova.
Em 20 de outubro de 1991, Ayrton Senna da Silva igualaria Nélson Piquet e seria mais um tri-campeão mundial de Fórmula-1. Novamente no circuito de Suzuka, no Japão, Ayrton Senna disputava o título da temporada com o inglês Nigel Mansell, da Williams, que na décima volta, abandonou a prova.
terça-feira, 18 de outubro de 2011
dia dos médicos
POR QUE 18 DE OUTUBRO É O "DIA DOS MÉDICOS"
O dia 18 de outubro foi escolhido como "dia dos médicos" por ser o dia consagrado pela Igreja a São Lucas. Como se sabe, Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento. Seu evangelho é o terceiro em ordem cronológica; os dois que o precederam foram escritos pelos apóstolos Mateus e Marcos.
Lucas não conviveu pessoalmente com Jesus e por isso a sua narrativa é baseada em depoimentos de pessoas que testemunharam a vida e a morte de Jesus. Além do evangelho, é autor do "Ato dos Apóstolos", que complementa o evangelho.
Segundo a tradição, São. Lucas era médico, além de pintor, músico e historiador, e teria estudado medicina em Antióquia. Possuindo maior cultura que os outros evangelistas, seu evangelho utiliza uma linguagem mais aprimorada que a dos outros evangelistas, o que revela seu perfeito domínio do idioma grego. [1][2][3]
São Lucas não era hebreu e sim gentio, como era chamado todo aquele que não professava a religião judaica. Não há dados precisos sobre a vida de S. Lucas. Segundo a tradição era natural de Antióquia, cidade situada em território hoje pertencente à Síria e que, na época, era um dos mais importantes centros da civilização helênica na Ásia Menor. Viveu no século I d.C., desconhecendo-se a data do seu nascimento, assim como de sua morte.
Há incerteza, igualmente, sobre as circunstâncias de sua morte; segundo alguns teria sido martirizado, vítima da perseguição dos romanos ao cristianismo; segundo outros morreu de morte natural em idade avançada. Tampouco se sabe ao certo onde foi sepultado e onde repousam seus restos mortais. Na versão mais provável e aceita pela Igreja Católica, seus despojos encontram-se em Pádua, na Itália, onde há um jazigo com o seu nome, que é visitado pelos peregrinos. [1]
Não há provas documentais, porém há provas indiretas de sua condição de médico. A principal delas nos foi legada por São Paulo, na epístola aos colossenses, quando se refere a "Lucas, o amado médico" (4.14). Foi grande amigo de São Paulo e, juntos, difundiram os ensinamentos de Jesus entre os gentios.
Outra prova indireta da sua condição de médico consiste na terminologia empregada por Lucas em seus escritos. Em certas passagens, utiliza palavras que indicam sua familiaridade com a linguagem médica de seu tempo. Este fato tem sido objeto de estudos críticos comparativos entre os textos evangélicos de Mateus, Marcos e Lucas, e é apontado como relevante na comprovação de que Lucas era realmente médico. Dentre estes estudos, gostaríamos de citar o de Dircks, [4] que contém um glossário das palavras de interesse médico encontradas no Novo Testamento.
A vida de São Lucas, como evangelista e como médico, foi tema de um romance histórico muito difundido, intitulado "Médico de homens e de almas", de autoria da escritora Taylor Caldwell. Embora se trate de uma obra de ficção, a mesma muito tem contribuído para a consagração da personalidade e da obra de Sao Lucas.[5]
A escolha de São Lucas como patrono dos médicos nos países que professam o cristianismo é bem antiga. Eurico Branco Ribeiro, renomado professor de cirurgia e fundador do Sanatório S. Lucas, em São Paulo, é autor de uma obra fundamental sobre São Lucas, em quatro volumes, totalizando 685 páginas, fruto de investigações pessoais e rica fonte de informações sobre o patrono dos médicos. Nesta obra, intitulada "Médico, pintor e santo", o autor refere que, já em 1463, a Universidade de Pádua iniciava o ano letivo em 18 de outubro, em homenagem a São Lucas, proclamado patrono do "Colégio dos filósofos e dos médicos".[1]
A escolha de São. Lucas como patrono dos médicos e do dia 18 de outubro como "dia dos médicos", é comum a muitos países, dentre os quais Portugal, França, Espanha, Itália, Bélgica, Polônia, Inglaterra, Argentina, Canadá e Estados Unidos. No Brasil acha-se definitivamente consagrado o dia 18 de outubro como "dia dos médicos".
Referências bibliográficas
1. RIBEIRO, E.B. - Médico, pintor e santo. São Paulo, São Paulo Editora, 1970.
2. STERPELLONE, L. - Os santos e a medicina (trad.) São Paulo, Paulus, 1998,
p. 13-20.
3. FREY, E.F. - Saints in medical history. Clio Med. 14:35-70, 1979.
4. DIRCKS, J.H. - Scientific and medical terms and references in the writings of St. Luke. Am. J. Dermatopathol. 5:491-499, 1983.
5. CALDWELL, T. - Médico de homens e de almas.(trad.). 31. ed. Rio de Janeiro, Ed. Record, 2002.
Autor: Joffre M. de Rezende - 24/05/2003
e-mail: jmrezende@cultura.com.br
http://usuarios.cultura.com.br/jmrezende
Tópicos Selecionados de História da Medicina e Linguagem Médica
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segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Dia do Eletrecista
Dia do Eletricista
17 DE OUTUBRO
O eletricista é o profissional que trabalha com instalações elétricas, garantindo conforto e segurança nas ruas, nas casas e no ambiente de trabalho das pessoas.
Ele desenvolve estudos de esquemas elétricos e faz a manutenção e a modificação das instalações, conforme seja necessário.
Essas instalações podem ser tanto de construções como de equipamentos, máquinas e veículos.
O Instituto Brasileiro do Cobre, ou Procobre, organizou, em 1998, um banco de dados de eletricistas. Para que o eletricista possa se cadastrar no banco de dados, ele faz uma avaliação com prova teórica e prática.
Se for aprovado, seu nome é disponibilizado no site da Procobre. As avaliações são baseadas na normalização de instalações elétricas brasileiras ( NBR 5410 ) e atende a eletricistas que atuam em instalações prediais e residenciais.
O nível escolar exigido do eletricista é o fundamental.
Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br
17 DE OUTUBRO
O eletricista é o profissional que trabalha com instalações elétricas, garantindo conforto e segurança nas ruas, nas casas e no ambiente de trabalho das pessoas.
Ele desenvolve estudos de esquemas elétricos e faz a manutenção e a modificação das instalações, conforme seja necessário.
Essas instalações podem ser tanto de construções como de equipamentos, máquinas e veículos.
O Instituto Brasileiro do Cobre, ou Procobre, organizou, em 1998, um banco de dados de eletricistas. Para que o eletricista possa se cadastrar no banco de dados, ele faz uma avaliação com prova teórica e prática.
Se for aprovado, seu nome é disponibilizado no site da Procobre. As avaliações são baseadas na normalização de instalações elétricas brasileiras ( NBR 5410 ) e atende a eletricistas que atuam em instalações prediais e residenciais.
O nível escolar exigido do eletricista é o fundamental.
Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br
Dia da Industria
DIA DA INDÚSTRIA
Hoje é dia da indústria!
Várias empresas comemoram o dia da indústria com eventos reunindo todos os seus funcionários. Aproveitam a oportunidade para homenagear e premiar profissionais!
As indústrias começaram a surgir com a revolução industrial. Mas é que é isto afinal? A revolução industrial se deu a partir do invento da máquina a vapor, que permitiu a mecanização dos meios de produção. Vamos dar um exemplo, as tecelãs que fabricavam de forma artesanal tecidos, começaram a fazer uso de máquinas para a produção do mesmo.
Com isto, a quantidade e velocidade de produção cresceram muito, e assim, a produção que antes era artesanal, personalizada e em baixa quantidade, passou a ser padronizada e produzida em grandes quantidades. Isto permitiu comercialização de produtos não só na cidade onde era produzido, mas para outras cidades, países e até para outros continentes!
Atualmente existe uma quantidade enorme de indústrias. Elas são divididas em categorias, as principais são:
Indústrias de bens de produção ou de base - São indústrias que transformam a matéria-prima bruta em matéria-prima para outras indústrias como, por exemplo, as indústrias siderúrgicas, que transformam o minério de ferro em aço, que por sua vez é utilizado em diversas indústrias.
Indústrias de bens de capital ou bens intermediários - São indústrias que produzem máquinas, ferramentas e instrumentos para outras indústrias.
Indústrias de bens de consumo - São aquelas que produzem produtos para o consumo final da população.
Os bens de consumos são divididos em dois:
Bens de Consumo Duráveis - Indústrias de eletrodomésticos, móveis, automóveis, informática.
Bens de Consumo Não-duráveis - Indústrias de alimentos, vestuário, bebidas, impressos.
Revolução Indust...
Dia da Indústria...
Dia da Indústria
sábado, 15 de outubro de 2011
Dia Mundial da alimentação
O Dia mundial da Alimentaçao
O Dia Mundial da Alimentação é celebrado no dia 16 de outubro de cada ano para comemorar a criação em 1945 da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). O objetivo do Dia Mundial da Alimentação é conscientizar o conjunto da humanidade sobre a difícil situação que enfrentam as pessoas que passam fome e estão desnutridas, e promover em todo o mundo a participação da população na luta contra a fome. Todos os anos, mais de 150 países celebram este evento. Nos Estados Unidos, 450 organizações voluntárias nacionais e privadas patrocinam o Dia Mundial da Alimentação e em quase todas as comunidades existem grupos locais que participam ativamente. Durante o Dia Mundial da Alimentação, celebrado pela primeira vez em 1981, ressalta-se cada ano um tema em que se focalizam todas as atividades.
Temas discutidos nos últimos anos:
2006-2007 - “O Direito à Alimentação”
2005 - "Agricultura e diálogo de culturas"
2004 - “Biodiversidade e Segurança Alimentar"
2003 - "Trabalhar juntos para criar uma Aliança Internacional contra a Fome"
2002 - “A Água, fonte da Segurança Alimentar"
2001 - "Combater a fome para reduzir a pobreza"
2000 - “Um milénio sem fome".
Uma das iniciativas relacionadas é a Campanha TeleFood, que utiliza programas de televisão e rádio, concertos, chamadas de personalidades famosas, eventos esportivos e outros acontecimentos para transmitir a mensagem de que é hora de se fazer algo para resolver o problema da fome no mundo. O objetivo do TeleFood é fomentar a conscientização e mobilizar recursos para microprojetos de segurança alimentar. As doações recebidas são utilizadas para centenas de pequenos projetos em países em desenvolvimento para ajudar os camponeses pobres a produzir mais alimentos ou gerar renda com a qual possam adquirir alimentos em quantidade e qualidade suficiente para dar de comer às suas famílias. A página web da FAO na Internet contém informações adicionais sobre os temas recentes do Dia Mundial da Alimentação e sobre o TeleFood.
Um mundo livre da fome
O Dia Mundial da Alimentação é celebrado no dia 16 de outubro de cada ano para comemorar a criação em 1945 da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO). O objetivo do Dia Mundial da Alimentação é conscientizar o conjunto da humanidade sobre a difícil situação que enfrentam as pessoas que passam fome e estão desnutridas, e promover em todo o mundo a participação da população na luta contra a fome. Todos os anos, mais de 150 países celebram este evento. Nos Estados Unidos, 450 organizações voluntárias nacionais e privadas patrocinam o Dia Mundial da Alimentação e em quase todas as comunidades existem grupos locais que participam ativamente. Durante o Dia Mundial da Alimentação, celebrado pela primeira vez em 1981, ressalta-se cada ano um tema em que se focalizam todas as atividades.
Temas discutidos nos últimos anos:
2006-2007 - “O Direito à Alimentação”
2005 - "Agricultura e diálogo de culturas"
2004 - “Biodiversidade e Segurança Alimentar"
2003 - "Trabalhar juntos para criar uma Aliança Internacional contra a Fome"
2002 - “A Água, fonte da Segurança Alimentar"
2001 - "Combater a fome para reduzir a pobreza"
2000 - “Um milénio sem fome".
Uma das iniciativas relacionadas é a Campanha TeleFood, que utiliza programas de televisão e rádio, concertos, chamadas de personalidades famosas, eventos esportivos e outros acontecimentos para transmitir a mensagem de que é hora de se fazer algo para resolver o problema da fome no mundo. O objetivo do TeleFood é fomentar a conscientização e mobilizar recursos para microprojetos de segurança alimentar. As doações recebidas são utilizadas para centenas de pequenos projetos em países em desenvolvimento para ajudar os camponeses pobres a produzir mais alimentos ou gerar renda com a qual possam adquirir alimentos em quantidade e qualidade suficiente para dar de comer às suas famílias. A página web da FAO na Internet contém informações adicionais sobre os temas recentes do Dia Mundial da Alimentação e sobre o TeleFood.
Um mundo livre da fome
horario de verão
Horário de verão começa no dia 16 de outubro no Sul, Sudeste e Centro-Oeste
Em 2010, mudança resultou na queda de 4,4% da demanda de energia no horário de pico
O horário de verão vai começar no dia 16 de outubro e valerá para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A mudança de horário ocorre sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro.
No ano passado, o horário diferenciado resultou na redução de 4,4% da demanda de energia no horário de pico entre o fim da tarde e o início da noite, quando o consumo é mais alto nas regiões onde o sistema foi adotado, de acordo com o Ministério de Minas e Energia.
O horário de verão é adotado sempre nesta época do ano por causa do aumento na demanda por energia, motivado pelo calor e pelo crescimento da produção industrial às vésperas do Natal. No verão, os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada adiantando a rotina das cidades em uma hora.
Em 2010, mudança resultou na queda de 4,4% da demanda de energia no horário de pico
O horário de verão vai começar no dia 16 de outubro e valerá para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. A mudança de horário ocorre sempre no terceiro domingo de outubro e termina no terceiro domingo de fevereiro.
No ano passado, o horário diferenciado resultou na redução de 4,4% da demanda de energia no horário de pico entre o fim da tarde e o início da noite, quando o consumo é mais alto nas regiões onde o sistema foi adotado, de acordo com o Ministério de Minas e Energia.
O horário de verão é adotado sempre nesta época do ano por causa do aumento na demanda por energia, motivado pelo calor e pelo crescimento da produção industrial às vésperas do Natal. No verão, os dias são mais longos por causa da posição da Terra em relação ao Sol e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada adiantando a rotina das cidades em uma hora.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
14 de Outubro Dia daAgropecuaria
14 DE OUTUBRO
O que é, de corte e leiteira, pecuária brasileira, consumo interno e exportação, clonagem.
Pecuária: uma atividade que surgiu na Pré-História
Introdução
A palavra pecuária vem do latim pecus, que significa cabeça de gado. Ela é praticada desde o período Neolítico (Idade da Pedra Polida), quando o homem teve a necessidade de domesticar o gado para a obtenção de carne e leite.
O termo em inglês biological diversity (diversidade biológica) foi criado por Thomas Lovejoy no ano de 1980, enquanto o termo biodiversity (biodiversidade) foi inventado por W.G. Rosen em 1985.
Desde este momento, o termo e o conceito são muito utilizados entre os biólogos, ambientalistas e ecologistas do mundo todo.
A pecuária corresponde a qualquer atividade ligada a criação de gado. Portanto, fazem parte da pecuária a criação de bois, porcos, aves, cavalos, ovelhas, coelhos, búfalos, etc.
A pecuária ocorre, geralmente, na zona rural e é destinada a produção de alimentos, tais como, carne, leite, couro, lã, etc.
Existem dois tipos de pecuária:
Pecuária de corte
Destinada à criação de rebanhos com objetivo de produção de carne para o consumo humano. Na intensiva, o gado é criado preso ou em pequenos espaços, alimentado com ração específica.
Neste tipo de criação, a carne produzida é macia e de boa qualidade para o consumo.
Pode ser também pecuária extensiva (o gado é criado solto e alimenta-se de capim ou grama). A carne produzida é dura, pois o gado desenvolve uma musculatura rígida.
Pecuária leiteira
Destinada à produção de leite e seus derivados (queijos, iogurtes, manteigas, etc).
O Brasil é, mundialmente, um dos países mais fortes na pecuária. Em termos de quantidade de cabeças de gado, nosso país encontra-se na liderança.
Somos também um dos maiores exportadores de carne de boi e frango, sendo que os países asiáticos e europeus são os principais importadores da carne brasileira.
Com relação ao leite, os estados de Minas Gerais e São Paulo destacam-se na produção nacional.
Atualmente, técnicas de inseminação artificial e clonagem tem sido aplicadas na pecuária, gerando excelentes resultados na qualidade e na produção de carne, leite e seus derivados
Fonte: geocities.com
Dia Nacional da Pecuária
14 DE OUTUBRO
A pecuária, ou criação de rebanhos, é uma atividade de extrema importância para economia brasileira. Diversas espécies animais contribuem para a obtenção de produtos como leite, lã, mel, ovos e ainda, para o fornecimento de carne e couro.
De acordo com a Pesquisa da Pecuária Municipal de 2000, feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, o maior rebanho do país é o de aves, com mais de 850 mil cabeças, seguido pelo rebanho bovino, com 170 mil cabeças. Além dessas espécies, o Brasil possui também gado ovino - carneiros, suíno - porcos, caprino - cabras e eqüino – cavalos.
DESAFIO
A exigência do consumidor sobre os produtos de origem animal tem se tornado maior a cada dia, tanto no Brasil, como no exterior. À medida que cresce essa exigência, cresce também o aperfeiçoamento do conhecimento e do controle da produção.
No Brasil, para conquistar os mercados europeu e americano, a pecuária nacional tem adotado medidas rígidas, sobretudo no que diz respeito a erradicação e controle da febre aftosa. Uma outra medida que pode tornar o a pecuária brasileira mais competitiva, é a adoção e consolidação da rastreabilidade - controle do animal desde sua origem.
Fonte: UFGNet
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
13 DE OUTUBRO – DIA DO FISIOTERAPEUTA E DO TERAPEUTA OCUPACIONAL
13 DE OUTUBRO – DIA DO FISIOTERAPEUTA E DO TERAPEUTA OCUPACIONAL: Profissionais terão papel de destaque na preparação de atletas para a copa do mundo, olimpíadas e para-olimpíadas Há mais de quatro décadas de muita luta, aperfeiçoamento e reconheciment
terça-feira, 11 de outubro de 2011
dia da criança
Como surgiu o Dia da Criança | |
O Dia das Crianças no Brasil foi "inventado" por um político. O deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de criar um dia em homenagem às crianças na década de 1920. Na década de 1920, o deputado federal Galdino do Valle Filho teve a idéia de "criar" o dia das crianças. Os deputados aprovaram e o dia 12 de outubro foi oficializado como Dia da Criança pelo presidente Arthur Bernardes, por meio do decreto nº 4867, de 5 de novembro de 1924. Mas somente em 1960, quando a Fábrica de Brinquedos Estrela fez uma promoção conjunta com a Johnson & Johnson para lançar a "Semana do Bebê Robusto" e aumentar suas vendas, é que a data passou a ser comemorada. A estratégia deu certo, pois desde então o dia das Crianças é comemorado com muitos presentes! Logo depois, outras empresas decidiram criar a Semana da Criança, para aumentar as vendas. No ano seguinte, os fabricantes de brinquedos decidiram escolher um único dia para a promoção e fizeram ressurgir o antigo decreto. A partir daí, o dia 12 de outubro se tornou uma data importante para o setor de brinquedos. Em outros países Alguns países comemoram o dia das Crianças em datas diferentes do Brasil. Na Índia, por exemplo, a data é comemorada em 15 de novembro. Em Portugal e Moçambique, a comemoração acontece no dia 1º de junho. Em 5 de maio, é a vez das crianças da China e do Japão comemorarem! Dia Universal da Criança Muitos países comemoram o dia das Crianças em 20 de novembro, já que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconhece esse dia como o dia Universal das Crianças, pois nessa data também é comemorada a aprovação da Declaração dos Direitos das Crianças. Entre outras coisas, esta Declaração estabelece que toda criança deve ter proteção e cuidados especiais antes e depois do nascimento. |
hoje e dia do deficiente fisico
DIA DO DEFICIENTE FÍSICO

Pela ordem, as deficiências mais comuns são visual, motora, auditiva e mental.
Multiplicam-se as iniciativas de apoio ao deficiente e defesa de seus diretos. A luta de todos nós pelo aumento das condições de acessibilidade nas ruas, calçadas, prédios, pontos turísticos, áreas de lazer, meios de transporte e até no ambiente digital, entre outros, representa um grande exemplo de solidariedade.
O acesso dos deficientes à cidadania, à educação e ao mercado de trabalho, de forma a impedir que suas incapacidades encubram suas habilidades, é também uma questão de respeito ao ser humano. Afinal, somos todos diferentes, mas temos igual direito à dignidade.
Multiplicam-se as iniciativas de apoio ao deficiente e defesa de seus diretos. A luta de todos nós pelo aumento das condições de acessibilidade nas ruas, calçadas, prédios, pontos turísticos, áreas de lazer, meios de transporte e até no ambiente digital, entre outros, representa um grande exemplo de solidariedade.
O acesso dos deficientes à cidadania, à educação e ao mercado de trabalho, de forma a impedir que suas incapacidades encubram suas habilidades, é também uma questão de respeito ao ser humano. Afinal, somos todos diferentes, mas temos igual direito à dignidade.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
dia das aves
DIA DA AVE
5 de Outubro
5 de Outubro
As aves (e todos os animais) do planeta são muito importantes para o equilíbrio natural da natureza e por isso devemos protegê-los. Elas fazem parte da natureza e estão sendo destruídas pelos homens através da caça e da derrubada das árvores.Várias espécies de aves brasileiras estão ameaçadas de extinção, tais como a águia-cinzenta, a ararainha-asul, o ganso-do-norte, o papagaio-de-cara-roxa e o pica-pau-de-coleira.
Muitas aves são tiradas da mata para serem enviadas para o exterior do país, onde o contrabando é um problema muito grave a ser combatido. Muitas delas chegam ao destino debilitadas e até mesmo mortas, pois são transportadas dentro de malas e outros objetos, ficando sem ar durante a viagem.O Brasil é o terceiro país do mundo em variedade de aves. Há décadas várias espécies de aves vem sofrendo grandes impactos, ou seja pelo intenso tráfico de animais silvestres ou pelo intenso desmatamento de grandes florestas. A perda do hábitat é um dos grandes fatores pelas inúmeras espécies estarem desaparecendoÉ nosso dever cuidar dos animais da nossa natureza.
As aves voam pelos céus livremente, não é certo criá-las presas dentro de viveiros e gaiolas. Além de terem uma importância muito grande na disseminação de sementes, pois é através das fezes das aves que as sementes são lançadas ao solo e germinam formando novas árvores que irão compor o nosso meio ambiente.
DECRETO DE 3 DE OUTUBRO DE 2002Dispõe sobre o "Dia da Ave" e dá outras providências.O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso II, da Constituição,DECRETA:Art. 1o O "Dia da Ave", instituído pelo Decreto no 63.234, de 12 de setembro de 1968, será comemorado no dia 5 de outubro de cada ano.Art. 2o O centro de interesse para as festividades do "Dia da Ave" será o Sabiá (Turdus Rufiventris), como símbolo representativo da fauna ornitológica brasileira e considerada popularmente Ave Nacional do Brasil.Art. 3o As comemorações do "Dia da Ave" terão cunho eminentemente educativo e serão realizadas com a participação das escolas e da comunidade.Art. 4o Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.Art. 5o Revoga-se o Decreto no 63.234, de 12 de setembro de 1968.Brasília, 3 de outubro de 2002; 181o da Independência e 114o da República.FERNANDO HENRIQUE CARDOSO
Paulo Renato Souza
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Trabalhando pela comunidade
Com um árduo trabalho e quarenta mil reais vindos de um único patrocinador estamos quase entregando o prédio a comunidade do Jardim America, nossos agradecimentos a o Doutor Valdecir Lima, pelo seu incansável trabalho, e por ter dispensado esta quantia um tanto quanto vultosa para os dias atuais.
Antes
Ainda ta faltando acabamento mas ta ficando bonito
Faltam apenas retoques de acabamentos
Trabalhando pela comunidade
Em conversa hoje com o secretario de finanças da prefeitura do Capão do Leão, descobrimos que dos doze mil do projeto vamos arrecadar apenas seis mil e seiscentos reais tendo em vista ser apenas dez por cento da arrecadação segundo secretario. Que pena uma vez que temos 40 crianças que dependem desta verba para alimentação e fardamento, temos professores que usam ônibus e não temos passagens para as professoras voluntarias, mas ainda assim estamos confiantes, também em conversa com o vice-prefeito CLAUDIO VITORIA, este cedeu algumas passagens e prometeu ver a possibilidade de conseguir passagens para as professoras, também nesta data estivemos no DAS, e conseguimos 10 Kilos de leite em pó para o leite das crianças
CIDADE DO CAPÃO DO LEÃO PARABÉNS
Parabéns, a cidade do Capão do leão, pelo seu aniversário, aos seus vinte nove anos ainda na puberdade mas caminhando a passos largos para um futuro que se faz bastante promissor.
DESPEDIDA DOS ALUNOS DO CBV
OS ALUNOS DO CBV TIVERÃO DESPEDIDA DO ANO LETIVO EM UM ALMOÇO ONDE COMPARECERÃO OS PAIS DE ALUNOS E AUTORIDADES COMO O SR PREFEITO SERAFIM QUEVEDO, SECRETARIO DE FINANÇAS O SR CALDEIRA, A SRª NAZI MEDEIROS DA SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, A SRª ROSA BEATRIZ DO DAS E SECRETARIA DO CBV, O SENHPR VEREADOR PAULO AVILA TESOUREIRO DO CBV EO SENHOR VEREADOR DARIO VILELA FISCAL ADMINISTRATIVO
AS CRIANÇAS CANTARÃO HINO ALUSIVO AO NATAL EM FORMA DE CORAL APOS PARTICIPARÃO DE ALMOÇO PATROCINADO PELO CBV E COMERCIAL ROSA QUE DOU AS PARTE DAS BEBIDAS
CLUB JOÃO ADALTRO DO ROSARIO
O CONHECIDO CLUB DE CABOS E SOLDADOS DA BRIGADA MILITAR OR GANIZOU FESTA DE NATAL NA DATA DE 23 DE DEZ 2010 NO BIG FEST COM BASTANTE BRIQUEDOS INFLAVEIS PARA AS CRIANÇAS E DISTRIBUIÇÃO DE BRINQUEDOS DE UM PAPAI NOEL POUCO CONVENCIONAL E SEM BARBA MAS FOI DIVERTIDO PORQUE O PAPAI NOEL FOI CONVIDADO DE ULTIMA HORA
marcas da enchente
coisas que acontecem
Formandos do Curso da Defesa Civil recebem certificados
Foi realizada na manhã de hoje (18) no auditório da Secretaria Municipal de Educação (SME) a cerimônia de entrega dos certificados de conclusão de curso do 245º Curso Operacional de Defesa Civil (CODC), promovido pela Defesa Civil do Estado. Foram ao todo 38 formandos, oriundos de 16 municípios gaúchos, que realizaram o Curso desde segunda-feira (14) visando obter uma melhor capacitação para o atendimento a situações de catástrofes e desastres que possam atingir o Estado.
Antecedendo à cerimônia foi apresentado o Plano de Contingência para Alagamentos da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil elaborado pelos alunos do Curso, com enfoque nas áreas abrangidas pela Vila Castilhos e Vila Farroupilha. O vice-prefeito de Pelotas, Fabrício Tavares, esteve presente na formatura e salientou a importância da qualificação destes profissionais para que estejam preparados para agir em ocasiões calamitosas como as enchentes ocorridas no ano passado na cidade. “O nosso foco de ação tem sido nas enchentes, porém existem diversas outras situações que merecem igual atenção”, enfatizou Tavares.
De acordo com o subchefe Estadual da Defesa Civil, Major Aurivan Chiocheta, este trabalho capacita os agentes da Região Sul instrumentalizando-os para o desempenho de suas atividades inerentes à Defesa Civil, aplicando em seu dia-a-dia profissional os conhecimentos adquiridos durantes as aulas. “É preciso agir na prevenção e não apenas aguardar que as catástrofes ocorram”, disse Chiocheta.
Ainda durante a cerimônia foi apresentado ao público presente um vídeo motivacional enaltecendo a coragem e perseverança necessárias no dia-a-dia dos agentes. O município de Pelotas foi representado no Curso por membros da Guarda Municipal, Instituto Educacional Dimensão, Prefeitura Municipal, Corpo de Bombeiros e Exército.
Data: 18/06
Hora: 15:57
Redator: Carlos Salvador
Fotógrafo: Gabriel Xavier
IGREJAS EVANGELICAS UNIDAS AO AGRADECER A SANÇÃO DA LEI
Participaram do Evento o Vereador Valdecir Lima pastor da Igreja Cristianismo em ação; PastorLauro Roberto da Igreja Assembreia de Deus dos Gideões: Cooperador Jose da Igreja Assembreia de Deus dos Gideões; o Pastor Joel Nogueria da 1ª Igreja Batista; Jansen Madruga Xavier presidente do cbv membro da Igreja Assembleia de Deus; o Sr Paulo da Igreja Cristo Agua Viva; o Sr Gilberto daIgreja Santa Missão; A Srª Olga Maria Barbosa 1ª Igreja Batista; Oreste Osorio da Igreja Luterana; Arnaldo Xavier da Igreja Universal; Pastor Francisco da Igreja Santa Missão; Zequi martim da Igreja Quadrangular; Alvacir Pereira Lima da Igreja Cristo Agua Viva; Sr Edison da Igreja; Cristo Agua Viva.
SEMANA DA BIBLIA
O projeto de lei de nº 323/2010 de autoria do vereador VALDECIR RODRIUES LIMA e aprovado por todos os vereadores de Capão do Leão e sancionado pelo pref. Quevedo, agora e a lei de n° 1355/2010 que institui o segundo domingo de dezembro e a semana municipal da bíblia e recebeu amplo apoio da comunidade evangélica e dos colegas pastores, era um antigo sonho de todos nós que se transformou em realidade.
PROJETO ENTREGUE AO DEPUTADO NELSON HARTER
projeto semelhante ao da Universidade foi entregue ao deputado Nelson Hater, aguardamos retorno do destinatario, o projeto foi etregue no escritorio do deputado em pelotas pelo vereador Valdecir Lima e Jansen M. Xaavier Presidente dos Bombeiros Vluntarios do Capão do leão
Visita do Sr Maj Petry
Bombeiros Voluntários recebem a visita do Sr. Major Petry do gabinete do Vereador Valdecir Lima, durante a visita foi discutida as possibilidade de se conseguir uma viatura em melhores condições para combate ao fogo, foi debatido a participação do efetivo dos bombeiros de Pelotas para apoio em cursos e preparação do efetivo de Bombeiros Voluntários, o Maj. também nos mostrou projeto de uma viatura com 1500Ltrs de ação rápida, depois foi feita uma rápida vista as acomodações do quartel do cbv e uma visita as nossas viaturas
Projeto junto a Universidade Federal de Pelotas
OCorpo de Bombeiros Voluntarios do Capão do leão tem projeto com a universidade Federal de Pelotas em fase de provação e estudos onde estaremos recebendo 04 computadores e possivelmente uma impressora, alunos que receberão bolsa da Faculdade para ministrar aula aos nossos cadetes mirins e os auxiliarão nesta ou naquela materia que tiverem mais dificuladades na escola elem de outros requisitos que ainda estão sendo analisados. Em contrapartida o Corpo de Bombeiros Voluntarios do Capão do Leão estara trabalhando junto com a univeirsidade na area da Palma.








